domingo, 29 de agosto de 2010

Mariana.

Ela gostava de sair sozinha para olhar o mar, observar as ondas quebrando nas rochas e sentir o cheiro de areia molhada.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O que mais me falta?

É como a lágrima que cai, o rio que corre rápido, imperceptível, de repende, comovente.
Sempre admirei a simplicidade das coisas...
A folha que cai, a flor que brota, o fruto que nasce, o Sol que vive, o Sol que morre, e depois a Lua que aparece.
A minha preferida é a redonda e amarela, que está presente no meu céu agora mesmo.
Abro a janela para observar as estrelas de vez enquando e esperar pela sorte de poder fazer um pedido.
Sorte é o que não falta na minha vida. Já que aqui estou, sentindo a brisa da noite que vem da janela, escrevendo esse pequeno e simples texto, ao som de Zeca Baleiro.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Pensando na vida.

Noventa graus, é assim que meu pensamento se curva diante de seus traços.
Sinto-me abraçada por suas palavras, mas você está mais adiante do que eu nessa escola da vida.
O que farei depois de sentir essa emoção forte vinda de você?
Sabia que aqui não era o meu lugar, mas decidi ficar.

domingo, 8 de agosto de 2010

"A vida é a arte do encontro...

...embora haja tanto desencontro pela vida."

Eu ainda não te conheço, mas talvez um dia a gente se encontre passeando no parque, ou tomando uma dose no barzinho da esquina, ou talvez a gente nem se encontre...
Mas vou precisar de você pra sempre.

sábado, 31 de julho de 2010

Falhas de intepretação.

É estranho que quando a gente é a gente ninguém nos compreende.
Mas eu não vou parar de ser eu porque ninguém me entendeu.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

O consumismo e o falso prazer.

- Nossa! É aquela blusa linda que vi na propaganda da Tv.
- Humm..legal.
- Tooooooodo mundo tem, eu preciso dessa blusa! Vou comprar agora.
- Você precisa dessa blusa?
- Preciso, tá super na moda!
- Você precisa mesmo? Que eu me lembre você já tem blusas o bastante para usar um ano sem repetir.
- É, eu tenho, mas..
- Mas o que? Por que comprar essa blusa? Você acha que será mais feliz depois de gastar desnecessários R$ 50,00 do seu cartão?
- Eu vou sim!
- Aé? Você me disse a mesma coisa semana passada quando comprou aquela outra blusa da outra propaganda, e algo me diz que você não ficou muito feliz..já que está comprando outra.
- Mas é só mais essa..
- É sempre mais essa né? Nunca é o necessário, você sempre terá que comprar mais e mais porque assim acha que ficará feliz, mas me desculpe, você não vai, nunca vai ficar satisfeita o suficiente para parar de comprar, porque sempre haverá outra propaganda, outra blusa, outra moda.
- ...
- Vai, entre! Compre a blusa, se iluda com uma felicidade que não existe. No final de tudo isso não é você que vai ficar feliz, é o dono dessa loja, o maldito capitalismo, as porras das propagandas, são eles que ficarão felizes e satisfeitos, por ter conseguido enganar mais uma idiota com um cartão na mão.
- Cara! Eu não vou comprar a blusa.
- Não vai comprar a blusa, mas vai comprar a calça semana que vem, que você também não precisa, já que tem mais de 15 calças.
- ...
- Desculpe-me, mas não estou dizendo nada além da verdade.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

E como a gente é estranho.


A gente é estranho mesmo.
Reclamamos quando estamos vazios.
Reclamamos quando estamos cheios, mas infelizmente, não completos.
Quando sinto o vazio, gostaria de ter pelo menos aquela tristeza pra balançar meu coração nas madrugadas que se passam.
Mas quando sinto esse aperto, suplico novamente pelo vazio.
É tudo meio mágico..
Como uma sanfona, que enxe e esvazia, de dias em dias.
Sinto-me como uma tia solteira, mas eu nunca tenho os papeis de chocolates já comidos em cima da mesa do computador.
Eu gostaria de pelo menos estar com uma panela de brigadeiro, uma colher de pau e a boca lambusada..e quem sabe alguns filmes românticos que eu odiaria a mocinha linda por estar vivendo o amor que nunca tive, e que gostaria de ter.
Só não conheço o outro lado, o qual eu não sei se reclamaria, e por o que suplicaria.
O lado em que teria uma voz grossa e masculina do outro lado do telefone dizendo que sente minha falta nas noites que nossos braços não estão entrelaçados e nossas bocas não estão sincronizadas.
Pois é...
A gente é estranho mesmo.