Alguém me diz que tipo de mundo é esse, cujo as pessoas só julgam umas as outras sem antes se perguntarem se são perfeitas?
Me sinto sufocada, prestes a sofrer uma lavagem cerebral, onde minha cabeça se juntará a massa alienada que já não suportou a pressão.
Sei que sou forte o suficiente para aguentar, mas, querido, é complicado.
Sei que no final, meu rosto estará tão limpo quanto as águas de ilhas desertas, e olharei para essas pessoas que estarão tentando retirar a máscara que já estará pregada à cara, e sentirei dó.
Olho todos os dias no espelho e me pergunto quem sou eu.
Se não for assim, querido, não conseguiria viver dessa forma.
O preço é alto, mas sempre vem uma recompensa após a tortura.
domingo, 12 de setembro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Horizonte.
Disparo contra o Sol tentando atingir a inatingível linha do horizonte.
Sinto que no tempo em que corro buscando o horizonte nada pode me ocorrer, eu sou livre, livre de tudo e de todos.
Não tenho que me preocupar com nada, a não ser meus passos para chegar logo à linha.
Sei que posso sorrir, chorar, cair e levantar que ninguém me julgará.
Sinto que enquanto corro minha cabeça fica tão leve quanto uma pena, consigo não pensar em nada, consigo me manter concentrada em algo tão bom que só faz aumentar minha vontade de correr mais e mais.
Corro observando cada nascer do Sol, cada crepúsculo, cada pedacinho de terra em que piso.
Vejo flores, lagos, paisagens, montanhas...
Não sei se chegarei ao horizonte, mas essa caminhada está tão boa, que nem tenho vontade de parar.
Sinto que no tempo em que corro buscando o horizonte nada pode me ocorrer, eu sou livre, livre de tudo e de todos.
Não tenho que me preocupar com nada, a não ser meus passos para chegar logo à linha.
Sei que posso sorrir, chorar, cair e levantar que ninguém me julgará.
Sinto que enquanto corro minha cabeça fica tão leve quanto uma pena, consigo não pensar em nada, consigo me manter concentrada em algo tão bom que só faz aumentar minha vontade de correr mais e mais.
Corro observando cada nascer do Sol, cada crepúsculo, cada pedacinho de terra em que piso.
Vejo flores, lagos, paisagens, montanhas...
Não sei se chegarei ao horizonte, mas essa caminhada está tão boa, que nem tenho vontade de parar.
sábado, 4 de setembro de 2010
I don't know what to do.
São péssimos os dias em que tudo o que temos para fazer é pensar e chorar.
Lamentar o que não existe, implorar pela perda de algo, porque quando se perde você ainda tem na memória os momentos de quando ainda existia.
Soa horrível o modo em que ele pronuncia meu nome, e soa horrível meu nome em todas as bocas.
Seria sempre um mundo redondo e eu quero que se fodam todos.
Horrível mesmo.
Horrível.
HORRÍVEL.
Eu odeio a palavra sozinha.
Eu odeio quando quero tanto um pouco de carinho, mas eu não sei nem onde buscar.
É horrível a sensação de estar sozinha.
Me dói no peito esse sofrimento.
Estamos todos no mesmo barco.
Lamentar o que não existe, implorar pela perda de algo, porque quando se perde você ainda tem na memória os momentos de quando ainda existia.
Soa horrível o modo em que ele pronuncia meu nome, e soa horrível meu nome em todas as bocas.
Seria sempre um mundo redondo e eu quero que se fodam todos.
Horrível mesmo.
Horrível.
HORRÍVEL.
Eu odeio a palavra sozinha.
Eu odeio quando quero tanto um pouco de carinho, mas eu não sei nem onde buscar.
É horrível a sensação de estar sozinha.
Me dói no peito esse sofrimento.
Estamos todos no mesmo barco.
domingo, 29 de agosto de 2010
Mariana.
Ela gostava de sair sozinha para olhar o mar, observar as ondas quebrando nas rochas e sentir o cheiro de areia molhada.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
O que mais me falta?
É como a lágrima que cai, o rio que corre rápido, imperceptível, de repende, comovente.
Sempre admirei a simplicidade das coisas...
A folha que cai, a flor que brota, o fruto que nasce, o Sol que vive, o Sol que morre, e depois a Lua que aparece.
A minha preferida é a redonda e amarela, que está presente no meu céu agora mesmo.
Abro a janela para observar as estrelas de vez enquando e esperar pela sorte de poder fazer um pedido.
Sorte é o que não falta na minha vida. Já que aqui estou, sentindo a brisa da noite que vem da janela, escrevendo esse pequeno e simples texto, ao som de Zeca Baleiro.
Sempre admirei a simplicidade das coisas...
A folha que cai, a flor que brota, o fruto que nasce, o Sol que vive, o Sol que morre, e depois a Lua que aparece.
A minha preferida é a redonda e amarela, que está presente no meu céu agora mesmo.
Abro a janela para observar as estrelas de vez enquando e esperar pela sorte de poder fazer um pedido.
Sorte é o que não falta na minha vida. Já que aqui estou, sentindo a brisa da noite que vem da janela, escrevendo esse pequeno e simples texto, ao som de Zeca Baleiro.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Pensando na vida.
Noventa graus, é assim que meu pensamento se curva diante de seus traços.
Sinto-me abraçada por suas palavras, mas você está mais adiante do que eu nessa escola da vida.
O que farei depois de sentir essa emoção forte vinda de você?
Sabia que aqui não era o meu lugar, mas decidi ficar.
Sinto-me abraçada por suas palavras, mas você está mais adiante do que eu nessa escola da vida.
O que farei depois de sentir essa emoção forte vinda de você?
Sabia que aqui não era o meu lugar, mas decidi ficar.
domingo, 8 de agosto de 2010
"A vida é a arte do encontro...
...embora haja tanto desencontro pela vida."
Eu ainda não te conheço, mas talvez um dia a gente se encontre passeando no parque, ou tomando uma dose no barzinho da esquina, ou talvez a gente nem se encontre...
Mas vou precisar de você pra sempre.
Eu ainda não te conheço, mas talvez um dia a gente se encontre passeando no parque, ou tomando uma dose no barzinho da esquina, ou talvez a gente nem se encontre...
Mas vou precisar de você pra sempre.
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