quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Oxigênio.

Muitos problemas estão prestes a arruinar a minha vida e a me enlouquecer.
Mas hoje, quero esquecê-los, não quero pensar.
Eu quero deitar na grama verde molhada pelo orvalho, olhar as estrelas e rir e chorar, rir do nada, chorar por causa de nada.
Eu quero me ver livre de preocupações e de todos os meus problemas, eu quero viver a minha vida, só a minha, não vou mais ligar para socos e machucados.
Hoje eu quero acordar feliz, vestir meu melhor vestido, colocar dezenas de colares e anéis.
Eu quero aprender a tocar gaita, é, hoje eu vou tocar gaita. Hoje eu vou falar francês e correr na chuva. É isso que eu quero fazer hoje!
Depois das aulas de gaita, eu quero sair pelo mundo. Isso mesmo. Sair pelo mundo.
Pegar minha carteira semi-cheia, pegar um ônibus, talvez um avião, e sair, sair pro lugar que o destino quiser que eu vá!
Sozinha, acompanhada, tanto faz, eu vou viver a minha vida, só minha.

Erros.

O maior erro que já cometi, foi ter pensado que estava livre das facadas da realidade.

sábado, 8 de agosto de 2009

Cidade do interior.

Ruas calminhas, sorveteiros buzinando com seus carrinhos, e os moradores saindo para comprar.
O canto dos pássaros, ar limpo, crianças andando de bicileta e velotrol.
Homens sem camisa, mulheres com bolsas caras despreocupadas.
A casa dos amigos perto da sua, e perto de todos os points.
Poucos lugares de lazer, um pseudo-shopping e pouca gente.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

As vezes me imagino..

..num lugar longe daqui.


















E melhor.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Enganos.

São Paulo, 06 de agosto de 2009

Caro Senhor Computador.

Venho atravéz desta carta dizer que me desapontaste muito nesses últimos anos.
Primeiro me prometeste diversão, aconchego, refúgio.
E cumpriu. Aqui me diverti, aqui troquei feições bruscas por doces sorrisos e aqui conheci pessoas maravilhosas.
Passaram-se tempos, anos, para ser mais exata, e tu tornaste parte de minha vida.
No contrato que tu me deste antes de eu realizar essa compra não dizia as palavras: vício, desconcentração e brigas.
Desde o dia que entraste em minha vida, eu venho dependendo de ti para ficar feliz.
Quantos livros eu comprei e não li para ficar contigo?
Quantas histórias lindas deixei de conhecer para desabafar contigo?
Quantas brigas armei para passar mais tempo contigo?
E é assim que tu me agradeces? Tomando meu tempo, tomando a minha vida?
Pois fique sabendo, Computador, que a partir de hoje minha vida é outra.
Você não será mais próximo a mim, você não será meu confidente, e nem meu amor eterno.
Não receberei mais seus carinhos nem seus elogios.
Saiba que sentirei sua falta, sentirei muito a sua falta. Talvez eu até enlouqueça, chore, grite, mas eu sou mais forte que você, eu posso!
Todos os dias pessoas param de fumar, beber, se viciar.
Agora é a minha vez, de parar com você, MÁQUINA ESTÚPIDA!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Estava eu, aqui nessa mesma cadeira, lendo minhas postagens nesse blog.
Meus textos são todos depressivos, angustiados, como que se viver não fosse uma coisa boa, como se a vida não fosse uma grande piada.
Assim, percebi, que eu não sou mais como era, eu não sou mais engraçada, eu nem tiro mais sarro dos idiotas da minha sala.
Concluindo isso, decidi que preciso mudar, minha vida precisa voltar a ter risos e sorrisos.
Minhas ideias que futuramente fluirão na minha cabeça, não terão um fundo reflexivo mal, mas uma grande piada por trás de cada palavra escrita. Bom, assim eu espero que seja.
É isso, tomara que esse tempo que eu perdi lendo tanta literatura brasileira, não interfira nos meus livros lidos sobre piadas de bêbados.
Beijos, Sarah.

sábado, 1 de agosto de 2009

Haha.

Invento talentos que não possuo.
E escrever é um deles.