sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Carpe diem.

É angustiante perceber que a maioria dos dias da minha vida foram como esse: insignificantes para alguém que gostaria de estar vivendo intensamente cada segundo.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Nunca esquecerei das vezes que dançamos sob o luar daquelas maravilhosas noites de lua cheia.
Noites de verão, de inverno e de outono.
Você sempre me aquecendo com seus braços, e eu sempre dizendo que queria morar em seu abraço.
Seus olhares palhaços que me faziam questionar o porque de eu merecer alguém tão especial como você.
Lembro-me tão bem dos caminhos de terra escondidos entre as ruas, que caminhávamos pelas madrugadas, conversando e falando besteira.
Foram tão boas as noites que deitamos no gramado e contamos as estrelas, sempre ao som do bom e velho rock dos anos 60 que eu tanto adorava.
Você me ensinando o porque da vida ser tão bela, e seus passos errados de valsa.
Adorava nossas noites de sexta feira regadas à vinho e você com esse seu cigarro vagabundo, sempre presente entre os dedos.
Parecia tudo tão mágico, quando ficávamos chapados e pulávamos grades e muros, para entrar em qualquer território privado só para conversar ainda mais e admirar o sol nascer de uma forma mais aventureira.
Tudo que fazíamos juntos parecia ser cada vez mais especial.
Lembro do barulho da chuva, da temperatura da brisa, dos filmes que vimos e dos discos que ouvimos em minha vitrola vagabunda.
Sinto falta de tudo isso.
Sinto falta.
Sinto.
Eu te amo.

I'm still in love with you.



But there's a full moon risin'
Let's go dancin' in the light
We know where the music's playin'
Let's go out and feel the night.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

E você não sabia que eu não me importava de você ser assim. Eu até achava graça.
Eu queria você desse jeito mesmo, meio tonto, meio despojado, ou qualquer outra característica chata sua.
Não esperava seu sorriso em tardes de chuva, nem seu abraço no inverno, eu sabia que você não era assim.
Mas você não soube compreender, nem entender, só me deixou de lado, como alguém que se irrita.
E não chorei, nem nada, porque entendo você, mais do que você pensa.

Eu quero é botar meu bloco na rua.

Há quem diga que eu não sei de nada
Que eu não sou de nada e não peço desculpas
Que eu não tenho culpa, mas que eu dei bobeira
E que Durango Kid quase me pegou.


domingo, 16 de janeiro de 2011

Our last summer.


Summer of love.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Makes me happy...




Never think twice.